sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Drone aquático consegue detectar e atrair peixes



A fabricante de drones PowerVision lançou nesta terça-feira, 3, um dispositivo que consegue detectar peixes em ambientes aquáticos. 
O drone é capaz de mergulhar até 30 metros e usa uma tecnologia chamada “Fishfinder”, que conta com um sonar para detectar peixes a mais de 40 metros abaixo dele.

O dispositivo, que se chama PowerRay, tem conexão Wi-Fi e transmite as imagens, capturadas por uma câmera 4K integrada, e dados como a temperatura e a paisagem ao usuário via app para Android e iOS.
Segundo a empresa, há ainda uma luz azul, capaz de atrair os peixes, e um controle remoto, caso o drone caia em locais de difícil acesso.

A PowerVision vai oferecer ainda a opção de controle por óculos de realidade virtual. O usuário poderá, ao mover a cabeça, determinar os gestos do PowerRay.
A companhia ainda não forneceu detalhes sobre o preço, mas o produto estará disponível para encomendas a partir de 27 de fevereiro.

Fonte: OLHAR DIGITAL

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Amazon pede patente de tecnologia para guardar produtos no céu




A Amazon pediu o registro de uma patente para uso de aeronaves que funcionariam como centros de distribuição aéreos de produtos a serem entregues com a ajuda de drones.
Feito dois anos atrás, o pedido de patente só foi percebido apenas na quarta-feira (28) por Zoe Leavitt, um analista de dados de tecnologia da empresa de pesquisa de mercado CB Insights.
Segundo a descrição da tecnologia, drones lançados dos chamados "centros de suprimento aéreos" (AFC, na sigla em inglês) usariam menos energia que os lançados a partir do chão. Ilustração da ideia no pedido de patente mostra veículos semelhantes a dirigíveis como parte do sistema.
Os AFCs planariam a uma altitude de 45 mil pés (13,7 mil metros) e seriam reabastecidos por "aeronaves menores".
Representantes da Amazon não estavam imediatamente disponíveis para comentar o assunto, mas a companhia já divulgou planos de que planeja começar a usar drones para entregas de produtos a partir do próximo ano.


Fonte: G1

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Empresas criam 'arsenal' contra drones bisbilhoteiros

Armas incluem desde aves de rapina a bazucas que disparam gás até dispositivos que usam radiofrequência para controlar drones.



 Uma explosão nas vendas de drones tem incentivado a criação de uma série de empresas de tecnologias voltadas a tirar do ar os veículos que voem onde não deveriam.
Dezenas de empresas iniciantes estão desenvolvendo técnicas, que vão desde uso de aves de rapina a disparos de gás por meio de bazucas, para tirar do ar drones que estejam transportando drogas e bombas ou que estejam espionando linhas inimigas ou incomodando áreas públicas.
A corrida armamentícia contra os drones é alimentada pela lentidão de governos na regulamentação destes veículos aéreos.
Na Austrália, por exemplo, diferentes agências regulam drones e tecnologias de combate a eles. "Há questões sobre privacidade ao se pilotar uma aeronave remotamente, mas o papel da Autoridade de Segurança na Aviação Civil (Casa, na sigla em inglês) está restrita à segurança. A privacidade não é nossa atribuição", informou a agência.
"Há um pouco do fator medo nesta questão", disse Kyle Landry, analista da Lux Research. "O alto volume de drones e regulamentações que não conseguem acompanhar o ritmo criam necessidade de uma tecnologia contra drones", afirmou.
O mercado de drones de consumo deve representar US$ 5 bilhões até 2021, segundo a empresa de pesquisa Tractica. Um drone nos Estados Unidos custa, em média, mais de US$ 500 e tem uma série de recursos desde câmeras de alta definição e posicionamento por satélite.
Autoridades australianas relaxaram a regulamentação sobre drones em setembro, permitindo que qualquer um opere equipamentos que pesem até 2 kg sem treinamento, seguro, registro ou certificação. Pelo mundo, milhões de consumidores estão operando drones sofisticados, incluindo traficantes de drogas, quadrilhas de criminosos e insurgentes.
Drones estão sendo usados para transportar celulares, drogas e armas para prisões, o que já chegou a criar rebelião em um caso. Um diretor de prisão dos Estados Unidos tem uma prateleira cheia de drones confiscados pelos guardas.
Grupos armados no Iraque, Ucrânia, Síria e Turquia estão cada vez mais usando drones de varejo de consumo para reconhecimento ou como dispositivos para transporte de bombas, afirma Nic Jenzen-Jones, diretor de Serviços de Pesquisa de Armamentos, uma consultoria sobre armas.
Em outubro, um drone equipado com uma bomba e lançado por militantes do Estado Islâmico matou dois combatentes Peshmerga curdos e feriu dois soldados franceses perto de Mosul.

Combate

A polícia nacional da Holanda recentemente adquiriu várias aves de rapina de uma empresa iniciante chamada Guard From Above para derrubar drones indesejados do céu, afirmou o presidente-executivo da companhia, Sjoerd Hoogendoorn.
Outras táticas incluem ataques por drones maiores ou mesmo por armas que disparam uma rede e um paraquedas por meio de gás comprimido. A alemã DeDrone optou por uma técnica menos intrusiva ao usar uma combinação de sensores - câmera, acústica, detectores de sinal WiFi e scanners de radiofrequência - para monitorar drones em áreas específicas.
Outras empresas, entretanto, estão se concentrando em invadir protocolos de transmissão de dados via rádio usados para controlar a direção de drones para assumir o comando deles e impedir a transmissão de vídeo. Engenheiros da TeleRadio, de Cingapura, estão usando radiofrequência no dispositivo SkyDroner para acompanhar e controlar drones.
Enquanto isso, a DroneVision, de Taiwan, usa uma arma antidrone, que se parece com um rifle com dois canos grandes ligado a uma mochila, que bloqueia os sinais de GPS dos drones e a transmissão de vídeo, forçando as máquinas a voltarem para o ponto de partida.
Os clientes, afirmam as empresas de combate a drones, incluem desde agências de inteligência a redes de hotéis. A DroneVision, por exemplo, afirma que ajudou a polícia local a derrubar 40 drones que voavam ao redor do Taipei 101, um dos mais altos edifícios do mundo e um ímã para usuários de drones, em um único dia.
No Oriente Médio, hotéis de luxo estão conversando com pelo menos duas empresas sobre bloqueio de drones que tentam obter imagens de celebridades nas piscinas ou na privacidade de seus quartos.


Fonte: G1

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Startup portuguesa testa entrega de refeições através de um drone

A Santa Casa da Misericórdia de Penal fez, no passado dia 20 de dezembro, a primeira entrega de refeição com recurso a um drone, em Podentinhos (Penela).
Este projeto-piloto resulta de uma parceria entre a startup portuguesa Connect Robotics, a Câmara Municipal de Penela e a Santa Casa de Misericórdia de Penela.

A iniciativa pretende ser uma alternativa ao transporte feito com a carrinha da Santa Casa de Penela, atualmente utilizado para a entrega de refeições. O primeiro beneficiário a usufruir deste serviço de entrega será Joaquim dos Reis, septuagenário residente em Podentinhos, que para além das refeições entregues pelo drone continuará a receber o auxílio domiciliar prestado pela Santa Casa.
Para a Connect Robotics, startup especializada em automação de drones para transporte, este projeto “é o ponto de viragem. O momento em que passamos da fase de desenvolvimento de produto para a fase de disponibilização para o mercado. Com esta validação estamos agora disponíveis para prestar esse serviço comercialmente”, afirma Eduardo Mendes, copromotor da startup.


Incubada no UPTEC – Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto, a Connect Robotics já recebeu apoio do Centro de Incubação de Empresas da Agência Espacial Europeia (ESA BIC Portugal) e do projeto europeu FIWARE (através aceleradora SOUL-FI). Os fundos foram utilizados para o desenvolvimento da plataforma, que agora está disponível no mercado, e para a encomenda do drone hexarotor sob medida para ao projeto, desenvolvido e fabricado pela empresa portuguesa Sleeklab. 
O objetivo da Connect Robotics é oferecer uma solução flexível, segura e fiável que se incorpore nos processos de entrega e movimentações de operadores logísticos, empresas de retalho e grandes industriais. A solução consiste em drones dimensionados para a necessidade do cliente, um sistema de controlo e navegação autónomo e uma central de gestão de tráfego. 

Fonte: wintech

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Novo drone peso-pesado


O drone Griff 300 da norueguesa Griff Aviation pode ser considerado, potencialmente, como um ensaio para um futuro meio de transporte autônomo (ou não) de cargas e/ou passageiros por meio de drones. 
A nova aeronave é o primeiro modelo civil de categoria profissional certificado pela FAA e pela EASA. Com sua capacidade de transporte superior a 220 kg, o Griff 300 pode voar por 30 a 45 minutos, dependendo da carga. Atualmente, a carga útil já pode ser configurada para missões de policiamento e de busca e salvamento. 
O quadrirrotor não foi projetado para competir no mercado dos helicópteros mas ter vida própria embora, muitas vezes, vinculado às empresas de asas rotativas em missões emergenciais, na agricultura e programas de pesquisas e agências do governo norueguês.

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Drones vigias

Nem o papel do cão de guarda será poupado pela tecnologia. É o que anuncia uma startup que quer transformar drones em anjos da guarda para nossas casas.
Sunflowers Labs – com sedes no Vale do Silício, USA e em Zurique, Suiça – anunciou dia 3/11 um novo sistema de segurança que detecta possíveis ameaças e as investiga como um zangão. O drone transmite vídeo para seu smartphone, para que você possa ver e decidir se sua casa está em risco ou não.

Os primeiros testes estão previstos para meados de 2017. O sistema conta com o zumbido e luzes inteligentes no solo para vigiar sua casa. Ele detecta movimento, vibração e som. Ao analisar esses dados e utilizando inteligência artificial, ele distingue entre um ser humano, um carro e animais, bem como o potencial de perigo. As pessoas que frequentam o ambiente ou as confiáveis, como o carteiro, serão reconhecidas pela forma como agem e por quanto tempo permanecem à porta da residência.
O zangão permanece estacionado em algum local da área da residência. Constatada a possível ameaça, e depois de perguntar se há interesse de ser investigada, e havendo, ele alça voo e envia imagens restritas da casa, sem invadir a privacidade dos vizinhos, permanecendo próximo ao visitante até receber ordem do proprietário para voltar ao seu local de origem. Caso seja detectado perigo, a polícia será acionada.
Atualmente o protótipo pesa em torno de dois quilos, mas a empresa quer deixá-lo com no máximo meio quilo. As restrições para drones comerciais autônomos não serão empecilho para os drones vigilantes de residências, pois trata-se de uma atividade não comercial.
Se por um lado a tecnologia aumenta a segurança das residências, por outro, se não mudar o atual modelo de convívio social, andar à pé pelas ruas vai ficar cada vez mais inseguro.
Fonte: Portogente

Negócios dos drones para consumo recua



A venda dos drones não está a correr como era suposto. A procura por parte dos consumidores tem desiludido os fabricantes que, agora, veem-se obrigados a olhar com mais respeito para o mercado empresarial especializado.
É o caso da citada pela Reuters 3D Robotic, uma  startup de drones que conseguiu captar mais de 125 milhões de dólares em investidores. E que, hoje, vê o seu negócio na área do consumo quase ser inexistente.
Na passada semana, e ainda citando a Reuters, a empresa revelou uma nova estratégia comercial anunciando um drone equipado com uma câmara com softwares projetado para construtoras. E pode muito bem esta ser a estratégia a seguir por outros construtores.
GoPro também na passada semana anunciou um recall de cerca de 2,5 mil drones e a devolução do dinheiro poucas semanas após chegar ao mercado. Tudo porque as unidades apresentavam súbitas quedas de energia. A empresa não adiantou quando pretendia trocar o produto.
A europeia Zano, que produzia mini drones para consumidores, fechou em 2015.
Explana a Reuters que embora muitos fabricantes tenham superestimado a procura, conseguiram dar a volta ao negócio, sobretudo olhando com mais respeito e interesse para as companhias sob as recém-flexibilizadas regulamentações norte-americanas.
Além de robôs voadores, investidores e empreendedores veem perspectivas especialmente fortes em softwares e serviços que podem fazer as imagens aéreas úteis para setores como segurosconstruçãoagricultura e entretenimento, diz a agência de notícias.

Fonte: B!T magazine